
As guerras são um entrave ao desenvolvimento e ao bem-estar das populações. Existem muitos conflitos armados no mundo o que contribui para este estado de coisas, bem como muitos estadistas sem escrúpulos. As catástrofes naturais como secas, cheias, terramotos que na maior parte das vezes, acontecem em países pobres e sem recursos dão também um forte contributo para actual situação.
O homem tem que olhar para o outro homem como seu irmão e semelhante, e não como seu concorrente directo na terra. Os governantes se não implementarem políticas verdadeiramente democráticas e de fortes valores sociais e morais a humanidade vai sofrer ainda mais.
Perante a grave crise económica, há que proclamar bem alto a globalização da solidarie
dade. É importante que se exija que a globalização da solidariedade responsabilize governantes, políticos, empresários, trabalhadores. Todos prontos para promover a humanização das estruturas políticas, económicas e de desenvolvimento, para que estejam ao serviço do bem comum, da primazia do trabalho sobre o capital e da produção sobre as finanças. A crise actual não é só o resultado de dificuldades financeiras imediatas, mas também consequência do défice cultural e moral em que vivemos. A economia não deve escapar às exigências éticas, para que a solidariedade se traduza em acções concretas que facilitem a busca de soluções para os problemas do desemprego, da fome, da migração forçada, da deterioração da saúde e da perda de qualidade de vida, sobretudo dos pobres que, como sempre, são as maiores vítimas das crises.
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